Plataforma JSM

Canal de Denúncias com anonimato garantido

A Lei 14.457/2022 obriga toda empresa com CIPA a manter um canal de denúncias com anonimato garantido e apuração documentada. Construímos a plataforma que cumpre as duas coisas, e que prova isso na estrutura, não no contrato.

Por que é obrigatório

A Lei 14.457/2022, em uma frase

Toda empresa obrigada a constituir CIPA precisa manter um canal para receber denúncias de assédio sexual e outras violências, garantindo o anonimato de quem denuncia e adotando procedimentos de apuração com prazo e consequência.

Canal quase toda empresa tem. O que costuma faltar é a prova de que ele funcionou. Uma caixa de e-mail não registra prazo nem guarda trilha, e não protege ninguém, porque o endereço de quem escreveu está ali, na mensagem, para qualquer um que abrir.

A diferença entre ter um canal e conseguir provar que ele funcionou

Numa fiscalização, a pergunta não é “vocês têm canal?”. É “mostre o que aconteceu com os relatos que chegaram”. A resposta precisa ter data de entrada, responsável, prazo, andamento e desfecho, sem expor quem relatou.

É exatamente o que a plataforma produz, e é por isso que ela existe.

Como funciona

Três etapas, do relato à prestação de contas

  1. A pessoa relata

    Pelo site, sem conta e sem instalar nada. Ela escolhe entre anônimo e identificado, e recebe um protocolo com senha para acompanhar depois.

  2. O comitê recebe e apura

    O comitê é avisado por e-mail, faz a triagem e responde pelo chat do próprio sistema, dentro do relato. Quem relatou acompanha por ali, com o protocolo, sem precisar de e-mail nem de conta.

  3. A empresa presta contas

    Volume, categorias, prazos cumpridos e desfechos, com exportação pronta para atender os órgãos reguladores.

As garantias

O que está na estrutura, não no contrato

Cada item abaixo é uma decisão de arquitetura do sistema. Não são configurações que alguém possa desligar depois.

  • Em relato anônimo, a identidade não existe

    Não é permissão negada. É dado ausente. O campo fica vazio no banco, e não há vínculo com a conta de quem escreveu, em tabela nenhuma. Não existe o que vazar, nem por falha, nem por ordem judicial.

  • Quem escolhe o anonimato não é identificável, nem por dentro

    Quem prefere se identificar tem o nome visível para quem apura, porque foi a escolha dela. Quem escolhe o anonimato não deixa nome em lugar nenhum, e a diferença está no banco, não numa permissão que alguém possa mudar.

  • O conteúdo é criptografado antes de ser gravado

    O corpo do relato e as mensagens são cifrados na aplicação, com chave que não fica no banco. Uma cópia do banco não revela conteúdo nenhum.

  • Nenhum rastreamento no fluxo de denúncia

    Sem analytics, sem pixel, sem gravação de sessão. Não registramos IP nem navegador de quem relata, e o e-mail de aviso não conta que existe uma denúncia.

  • Toda leitura de relato deixa trilha

    Quem abriu, quando, qual relato. Inclusive o administrador da empresa. É a trilha que sustenta a apuração documentada que a lei exige.

  • Metadados dos anexos são removidos

    Foto tirada no celular carrega modelo do aparelho e, às vezes, a localização. Isso é apagado no servidor antes de o arquivo ser gravado.

A plataforma é operada pela JSM e hospedada no Brasil. Os dados de cada empresa cliente são isolados entre si no próprio banco de dados. A JSM cadastra a empresa e o primeiro administrador dela, e não alcança o conteúdo de relato nenhum.

Sua empresa tem CIPA?

Então ela precisa de um canal de denúncias em conformidade. Conversamos sobre como implantar o seu.

Ou escreva para contato@jsmrh.com.br